quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Nim Vind Saturday Night Seance Songs - 2014




Caros Ghouls, Bem-vindos ao Plantão hereaftersounds.

No ultimo 14 de outubro, os Canadenses do Nim Vind lançaram após um tempo em inatividade o seu novo e aguardado trabalho, o intitulado Saturday Night Seance Songs. O álbum foi anunciado por Chris (Nim Vind) pela primeira vez em dezembro de 2013 e em setembro deste ano foi lançado no youtube um fã vídeo da canção Master Spider para aguçar a curiosidade dos Outsiders.
Assim que consegui o novo álbum pensei em compartilhar com quem segue e passeia pelo blog —que há um bom tempo está inativo, para o meu desgosto. Me perdoem— e por essa razão ainda não tenho nada profundo para dizer sobre o Saturday Night Seance Songs, entretanto o exalto (pelas poucas vezes que ouvi) como um daqueles álbuns que nos agradam mais e mais a cada vez que ouvimos e um equilíbrio entre cada canção, não há melhores ou piores.
Saturday Night Seance Songs parece manter o aclive qualitativo do trabalho de Nim Vind, justificando tudo o que já disse sobre ele aqui; Aliás, se você que está lendo não conhece a banda, clica no link ou na tag no fim deste e aprecie.

Indo ao que interessa, senhoras e senhores:

Saturday Night Seance Songs



01 - E.S.P
02 - Where i'm from
03 - Renegades of the end times
04 - That girl
05 - Eletric countershock resuscitation
06 - Master spider
07 - Astronomicon (Todd Rundgren Mix)
08 - The philistine beat
09 - War of the worlds
10 - Fear o fear
11 - The 21st century Teenage(live in Germany)
12 - Wolfsbane blues


http://www.mediafire.com/download/lec6chb1taaf55e/[2014]_NV_5atNight_5.5_@hereaftersounds.rar






Espero em breve poder lançar aqui uma análise deste álbum e se você gostou dê um like e/ou compartilhe para que alcance mais pessoas e propague nosso trabalho e paixão; Criticas e sugestões: comente e nos ajude a melhorar.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Zombina and the Skeletones - Charnel House Rock [2014]

Novo Álbum do Zombina direto das Profundezas...
Ja adianto que a arte esta incrível e que recomendo muito que comprem para ter o encarte, o cd e lógico pela musica ...




01 - Tonight, There Will Be No Survivors
02 - The Fear
03 - Mortuary Academy
04 - Walk With Me
05 - How To Make A Monster
06 - The Negative Zone
07 - Don't Go Into The Light
08 - Unspeakable Things
09 - Misery
10 - City Of Ghosts



domingo, 24 de novembro de 2013

Mister Monster




Mister Monster: Um monstro adolescente

No final de 1998, a banda que rapidamente se tornaria reconhecida como uma das mais sangrentas no submundo do punk rock da atualidade foi formada. Mister Monster foi iniciado pelo cantor/guitarrista J~Sin Trioxin. A banda se formou, escreveu, gravou, lançou, e tocou seu primeiro show em questão de 6 semanas. O Público em seu primeiro show de halloween em 1998 ficou fascinado por seu desempenho, e seu primeiro lançamento "Songs From the Crypt" teve sua primeira prensagem esgotada em questão de dias. 4 prensagens depois, a banda tocou em New Jersey e New York City regularmente em casas lotadas. Pequenas Tours pela Tri-State area (area formada pelos estados de Nova York, Nova Jersey e Connecticut), e mudanças na Line Up seguiriam a banda pelos próximos 18 meses.
 .Em 1999-2000, J~Sin gravou faixas para uma demo de 5 canções e recrutou diferentes amigos para apoiá-lo nos varios shows de NYC/NJ como Mister Monster e The Back Alley Butchers. No Final de 2001, agora como uma banda completa, independentemente financiariam e produziram o disco completo “Over your dead Body”, contendo os já intitulados cult/clássicos: "This Night I Call (Bad Luck), "Prom Night", "Scars 19" e "Resident Evil". O Video de “Bad Luck” junto com o video de “Gore Whore” podem ser encontrados como material bônus no filme de Terror "Creepy Tales: Girls Night Out" (Cinema Sky) onde as musicas da banda aparecem no soundtrack junto com os Misfits. Eles também apareceram em compilações como: "Grave Rockers" e "This Is Horrorpunk" ao lado de Nekromantix, The Crypt Keeper 5, The Independents, Blitzkid, The Spook e Rock City Morgue.
 .A banda também participou do Jogo "Vampire The Masquerade: Bloodlines" (Activision) ao lado de Empire Hideous e Ghoultown. De suas Tours por todos os EUA e produções auto-financiadas, Mister Monster tem ganhado status cult com fãs de todo o mundo. Seu Fã Club, The Skeleton Crew, é um meio que tem ajudado o Mister Monster a ganhar popularidade e status cult que merecem. Seus modos D.I.Y (Do It Yourself/faça você mesmo) de excurcionar e auto-produzir têm os garantido sucesso ao longo de 8 anos de banda. Com cada gota de sangue que dão, Mister Monster luta por respeito entre os vivos e os mortos.

O onipotente J~Sin Trioxin

O Front man J~Sin Trioxin tem viajado o mundo espalhando sua combinação unica de horror e doo-wop cinquentista, trazendo arrepios classicos de volta para o gênero Horror Rock. Nascído e criado em New Jersey, J.T mergulhou em idade precoce na cena punk underground.
 .Em 1997, aos 16 anos, ainda no colegial, ativamente envolvido ele começou sua carreira musical se apresentando e excurcionando com bandas. Seu talento como musico o levou a se juntar à “Famous Monster” Misfits US tour como técnico de guitarra do Doyle, e ser recrutado por Myke Hideous na reencarnação de “The Empire Hideous” excurcionando os EUA.
 .Em 1998, ele formou a banda de Boo-wop Mister Monster. J~Sin e sua banda da costa leste fugiram da sepultura, assumindo o trono como reis da cena horror punk. Em 2001, Mister Monster lançou seu album de estreia "Over Your Dead Body" alcançando sucesso instantâneo. Com a continua crescente demanda desse album, a Hells Hundred Records (NYC) atualmente o relançou com faixas bonus e video clips. Nâo contente de se conter num unico ato ou empreendimento, J~Sin empregou seus talentos em inumeros outros atos dentro de sua curta carreira. Somado ao Mister Monster, ele também se envolveu como guitarrista da popular banda de deathrock, Blitzkid. J.T assumiu o papel de guitarrista de Turnê de Michale Graves nas tours de 2005-2007 assim como do ultimo album , “Illusions”.
.Atualmente, J~Sin voltou a Nova Jersey trabalhando com Wednesday 13, como seu guitarrista de turnê e atualmente compondo material novo para o ultimo album do Mister Monster.


Mister Monster: Status Cult

Em 1977, o estado Americano de Nova Jersey testemunhou o surgimento de uma das bandas mais autênticas da musica punk: Os Misfits.
.Idealizado pelo jovem Glenn Danzig (aos 22 anos), os Misfits logo caíram em evidencia entre os jovens daquela época pela abordagem original que tinham. Danzig era fissurado em filmes de horror, ficção cientifica, suspense e filmes B, além de quadrinhos e Elvis Presley e ao seu modo, juntou tudo isso e deu vida a seu próprio monstro.
1977 The Misfits
.Os Misfits chocaram uma sociedade careta e inspiraram jovens de todo os Estados Unidos e de boa parte do mundo falando sobre o que gostavam: violência, morte, sexo, homicídios, teorias conspiratórias, estupros, sangue, vísceras, ódio, rancor, amor, vingança, assassinos, monstros, criaturas malignas, alienígenas, psicopatas, demônios, zumbis e tudo mais que você se lembrar ter visto em filmes do gênero fantástico. Tudo isso num fundo musical pesado e distorcido, misturando a rapidez dos três acordes do punk com um bom doo-wop e rockabilly influenciado por Elvis Presley.
.Para Danzig, criatividade não tinha limites. Não bastava chocar com letras pesadas e agressivas, tinha de chocar visualmente e foi pensando nisso que Danzig fez uma das homenagens mais mórbidas e mais legais da historia do rock/punk. Danzig criou uma versão zumbi do recém-falecido rei do rock. Com o icônico topete de Elvis abaixado e maquiagem preta ao redor dos olhos, os Misfits homenagearam Elvis e ao mesmo tempo o ironizaram por falarem sobre assuntos que o bom mocismo do rei jamais o deixariam abordar. Talvez Danzig não fizesse ideia, mas sua criação foi tão original que se tornou um subgênero do punk rock: o Horror Punk, ganhando adeptos e uma cena e se tornando uma das primeiras bandas temáticas do punk.
.O tempo não para (dizia cazuza) e vinte anos depois, o mesmo estado de Nova Jersey voltou a testemunhar algo tão autêntico quanto Misfits. Em 1997, um desses muitos jovens que enxergaram em Misfits algo a mais, se inspirou na banda e ajudou a modelar o Horror Punk.
James Del Rio, J.V. Bastard, Trioxin e Christopher Germs
.Jason Trioxin é o jovem em questão. Mister Monster foi uma das primeiras bandas da nova era do horror punk, mostrando outras abordagens que o gênero poderia seguir e como isso poderia acontecer.
.As composições de Trioxin trouxeram ao horror punk a possibilidade de se falar sobre contos do gênero fantástico (reverenciando autores como Stephen King), a poesia gótica e as neuroses tão comuns a espécie humana, dando mais inteligência à musica horror punk e a tornando mais rica e filosófica. Outro ponto marcante que Mister Monster integrou ao Horror Punk, foi o faça você mesmo (DIT – Do It Yourself). Sem patrocínios, mostrou que quem tem vontade de fazer, não precisa de mais nada, não precisa de financiamento. Com seu empreendedorismo, autofinancia produções, lançamentos, shows, divulgação, tours e gastos. Com isso incentivou e motivou outras bandas a fazerem o mesmo.
.Sendo o único membro fixo da banda, J~sin Trioxin mostrou independência a grupos que se formam por obrigação apenas pela banda, sem nem mesmo se gostarem. Para os shows ou gravações, Jason contrata músicos de apoio para dá-lo suporte (alguns são figurinhas repetidas como Argyle Goolsby, JV Bastard e Andrew Stripes).
.Mister Monster é uma das bandas mais cultuadas e copiadas por tudo de novo que ajudou a integrar na musica Horror Punk.

Por que Mister Monster?

Você que chegou até aqui e não conhece a banda e ainda não está convencido sobre sua qualidade e a você que conhece, mas ainda não entendeu por que diabos Mister Monster é uma banda cult, te darei cinco bons argumentos pra entender.
.A seguir listarei cinco musicas que ajudarão a entender o que foi dito até aqui. São cinco canções que retratam a personalidade da banda em linha do tempo, uma de cada álbum, em uma espécie de analise critica. Uma de cada álbum, as canções escolhidas não simbolizam ser superiores as outras que não apareceram na lista, mas canções que definem a identidade Mister Monster. Se tem alguma canção que você queria saber mais e não apareceu na lista, não se acanhe e diga nos comentários.

Top 5: Mister Monster

Musica: Prom night
Álbum: Songs from the crypt
Faixa: 01
Ano de lançamento: 1998
.Prom night é uma das canções obrigatórias nos shows da banda. É a abertura do primeiro álbum, cheia de personalidade, exibindo a personalidade autoral, a ligação com a literatura e a autenticidade. Imagina que loucura: no lugar onde você estuda tem uma garota esteticamente excluída, menosprezada por quase todos e pra piorar essa garota tem poderes paranormais e sofre nas mãos de um vil corpo estudantil — Pois é, se você já leu ao romance, estou falando sobre Carrie (Stephen King; 1974) — que a humilha em um dos dias mais especiais de sua vida, mas é ai que entra em cena a criatividade de Trioxin criando uma historia paralela para o conto, dando a Carrie um amante, alguém que a aceita e a admira do modo como é, propondo a ela uma fulminante vingança contra seus algozes e algum sexo, claro. O conto já havia deixado sua critica social e a musica veio para complementá-lo mostrando que até uma panela esteticamente desajustada (torta) tem uma tampa que lhe cai bem

Musica: Glow
Álbum: Skeleton Crew
Faixa: 08
Ano de lançamento: 2000
.Glow é sem duvidas uma das canções que melhor expressam o lado poético de Trioxin como compositor e ajuda a modelar o lado autêntico da banda. A poesia da musica começa a ser tramada a partir de um instrumental melancólico bem casado com um —ótimo— vocal que em tom pesaroso cria uma vibe de tristeza e despedida. Algo não está bem. Trioxin discute as dificuldades de se romper um relacionamento e a dor do Adeus. Indiferente ao motivo, relacionamentos chegam ao fim e como seria mais fácil se não tivéssemos muitas vezes que partir o coração de alguém dizendo: “Acabou”. É pensando nisso que nosso personagem encontra um caminho mais fácil pra aliviar essa dor: um homicídio, ateando fogo na companheira que se deixa pra trás. O lado poético fica por parte do entendimento não explicito de que a morte é uma dor mais tolerável do que um coração partido; e a nobreza de seu gesto.

Musica: Teenaged dreams
Álbum: over your dead body
Faixa: 11
Ano de lançamento: 2001
.Mister monster aborda à sua maneira, muitos temas adolescentes. Talvez isso seja um dos fatores do culto em torno da banda, por muitos de seus fãs a conhecerem em algum momento da adolescência ou já em idade adulta e se identificarem com um momento relatado com uma experiência vivida em sua adolescência. Deve ser dito que essa abordagem acontece de maneira franca, sem o intuito de explorar os jovens com algo tão comum a muitos para capitalizar, e principalmente de maneira autêntica. E é através de metáforas a mortos-vivos e zumbis que a banda se dispôs a discutir as adolescentes desilusões amorosas . Amar sem ser correspondido é como estar à sete palmos do chão ou, esperar pelo amor de alguém é vagar como morto-vivo.
Não consigo deixar de pensar em que tipo de desilusão o Trioxin e o J.V Bastard passaram para comporem teenaged dreams e a atmosfera que a caracteriza.

Musica: Dying day
Álbum: Exhuming graves and making dates (Split w/ Blitzkid)
Faixa: 02
Ano de lançamento: 2002
.Dying day não se trata de uma composição de Trioxin, trata-se de uma das clássicas composições do Blitzkid. J~sin Trioxin sempre teve grande amizade com Argyle Goolsby e TB Monstruosity (Blitzkid) e por vezes tocou com os caras, ajudou na gravação do álbum five cellars below, além de shows que ambas as bandas comandavam, por serem reconhecidas como as principais bandas da renovação do horror punk. É difícil falar de Mister Monster e não relacionar ao Blitzkid, são duas das bandas mais autenticas dessa geração. Naturalmente surgiu a ideia de um Split entre as bandas, a afinidade entre ambas exigia isso. Exhuming graves and making dates trata-se de um ótimo trabalho, temos cada banda apresentando um pouco de seu trabalho e interpretando o trabalho do outro, é difícil dizer qual cover ficou melhor, Blitzkid deu outro tom à Little Frankenstein, sendo um dos melhores covers feito por eles, já Mister Monster não ficou pra trás.
Dying day é uma canção que tem a cara do Mister Monster, uma musica que fala sobre desilusão amorosa, arrependimento e suicídio, como um ultimo lamento, ultimas palavras. A musica foi gravada em 2001 (pelo Blitzkid) para o álbum let flowers die e em 2002 ganhou sua versão à la mister monster, com um final diferente do original. O resultado ficou tão bom que em 2007, Blitzkid regravou a musica para o seu anatomy of reanimation (espécie de coletânea onde a banda aprimorou os arranjos de suas musicas) e usou a versão criada por Trioxin, passando a usá-la assim até em shows. Dying day evidencia o talento e a criatividade de Trioxin como musico.

Musica: Deep Dark
Álbum: Deep Dark
Faixa: 01
Ano de lançamento: 2004
 .Não seria nenhum pouco arriscado e pretencioso afirmar que essa canção é a mais cult já composta por Trioxin, por mais que penso em argumentos contra isso, sou tomado cada vez mais por essa certeza. Tudo nessa musica é acima do normal. Não estou certo por onde começar.
 .Deep Dark é uma canção provocativa, altamente reflexiva que busca chamar nossa atenção para o diferente (algo muito presente no trabalho da banda). Nos é proposto refletir sobre esquizofrenia, uma doença mental que atinge muitas pessoas e questionar o valor da realidade e da ilusão. É evidente que a canção faz uma critica ao preconceito que as pessoas têm pelos esquizofrênicos e começa dai a tramar a canção. Se já não bastasse todas as dificuldades encontradas em se ter um transtorno desse tipo, o preconceito acaba por isolar o portador, o levando a solidão e a tudo que isso pode acarretar, principalmente em frustração quando pensamos que seres humanos têm necessidades de se relacionar. A falta desse alguém com quem dividir uma xicara de café, faz nosso personagem desenvolver uma companheira através de seu transtorno, porém, o levando a constante questionamento sobre sua existência. É ai que acontece o perfeito (ao meu ver) questionamento sobre o real e o fantasioso. Nosso personagem opta pelo fantasioso, porque se pensarmos bem: É melhor ser feliz com uma mentira do que infeliz com uma verdade. O que você pensa a respeito ?
 .Outra coisa que merece grande destaque são os arranjos da canção, uma das mais diferentes entre todas. Há um riff poderoso e pegajoso que horas após ouvirmos a musica ainda o temos na cabeça, há uma vibe elétrica que nos faz querer pular provocada por um ótimo solo de guitarra, um daqueles de arrepiar os pelos do braço e um perfeito solo de baixo executado pelo grande Argyle Goolsby e o grande vocal de Trioxin que tem uma autêntica tonalidade esquizofrênica perturbada. Tudo isso ajuda a ilustrar essa confusão de pensamentos e sentimentos perturbados.

Considerações finais

Bom, chegamos ao fim. Após essa (pretenciosa, talvez) análise o que você pensa agora sobre Jason Trioxin e seu Mister Monster ? Consegui chamar sua atenção ou se trata de uma banda descartável ? Deixe sua opinião nos comentários, divida conosco. Se você gostou da postagem, ajude-nos a saber: curta e compartilhe, propague nosso trabalho com os amigos e pessoas que você acha que devam se informar a respeito. Caso encontre algum erro ou conheça uma versão diferente do que aqui informado, por favor nos informe e torne nosso trabalho melhor porque todo nosso conteúdo é autoral, oriundo de mentes perturbadas. Vamos aos downloads.

Downloads

Songs from the Crypt [1998]

01 - Prom Night
02 - Gore Whore
03 - Tell me why (Belmonts Cover)
04 - Little Frankenstein
05 - Tina n Freddy
06 - Dead flesh gurl





http://www.mediafire.com/download/xd0x1c1ece8eb4l/%5B1998%5D%20Songs%20from%20The%20Crypt%20%40hereaftersounds.rar

Skeleton Crew [2000]

01 - All my monsters
02 - Gore Whore
03 - Little Frankenstein
04 - Amy Sue
05 - Tell me why
06 - Love me
07 - Science Fiction Double Feature
08 - Glow



http://www.mediafire.com/download/1hd0d7ab85cj7fd/%5B2000%5D%20Skeleton%20Crew%20(EP)%20%40hereaftersounds.rar

Over your dead body [2001]


01 - Weird N.J
02 - Over your dead body
03 - Guaranteed 2 bleed
04 - Love thornz
05 - This night i call bad luck
06 - Till the end
07 - Murder 4 hire
08 - Bigger shop of horrors
09 - Prom night
10 - Amy sue
11 - Teenaged dreams
12 - Tina n Freddy
13 - Little Frankenstein
14 - her open grave
15 - Gore whore
16 - Resident evil
17 - Dead flesh gurl
18 - Transylvania-mania
19 - Send more paramedics

http://www.mediafire.com/download/r0iw44ki2oddiha/%5B2001%5D%20Over%20your%20dead%20body%20%40hereaftersounds.rar

Exhuming graves and making dates (Mr. Monster and Blitzkid Split) [2002]

Mister Monster Side
01 - Scars 19
02 - Dying day
03 - Glow

Blitzkid Side
04 - Bodysnatchers
05 - Little Frankenstein
06 - Return to the living
07 - Bluebirds over the mountain
 

http://www.4shared.com/file/vioGC9Hp/Blitzkid__Mr_Monster_Exhuming_.html

Deep Dark [2004]
01 - Deep Dark
02 - Torn prince
03 - Glow
04 - Science fiction double feature








http://www.4shared.com/file/vioGC9Hp/Blitzkid__Mr_Monster_Exhuming_.html

Breaking Hearts And Eating Brains Since 98 [2007]


Songs From the Crypt (previously extremely limited release 98)
01 - Prom Night
02 - Gore Whore
03 - Tell Me Why
04 - Little Frankenstein
05 - Tina N Freddy
06 - Dead Flesh Gurl
All My Monsters (previously unreleased 99)
07 - Prom Night
08 - Tina N Freddy
09 - Bigger Shop of Horrors
10 - Dead Flesh Gurl
11 - Amy Sue
12 - Gore Whore
13 - Resident Evil
14 - All My Monsters
Demos (previously unreleased)
15 - 18 Scars 19
16 – Send More Paramedics
and
17 - I'll Watch Them Die (brand new track)

http://www.4shared.com/file/vioGC9Hp/Blitzkid__Mr_Monster_Exhuming_.html


Fontes:
[1] [2] [3] [4] [5]

domingo, 10 de março de 2013

Blitzkid & The Cryptkeeper Five Split Personalities

.Saudações, Ghouls!
 .O ano de 2012 não foi o ultimo (infelizmente) e aqui estamos no ano de 2013, e pra começarmos esse ano sinistro (baseando-se na superstição do numero treze), com o pé esquerdo, a primeira postagem do ano será em dose dupla, duas vezes mais creepy, duas vezes mais tenso, a primeira postagem do ano ficará por conta do Album Split entre Blitzkid e The cryptkeeper Five, o recém lançado Personalities!
 .Há alguns meses atrás, no texto sobre o EP solo do Goolsby, falei sobre o ainda lastimável termino do Blitzkid e as novidades que a banda prometia para o decorrer do ano, pois bem, sete meses se passaram e a last tour "return to the living" aconteceu (stay away, brazil), a gravação dos shows para o futuro DVD "Farewell" aconteceram, o TB Monstrosity apresentou ao mundo (Exagero! só aos fãs mais chegados) o seu novo projeto, o entitulado A Gathering of None (Confira), Goolsby está confirmado para o próximo GNO (ghouls night out) o que nos leva a crer que esse ano, como ele havia comentado, lance mais algum material inédito (oba!!!)  — Aliás, atentem-se no youtube (não pra você que pode bancar a viagem à Clifton e as entradas pro Festival) para registros da edição deste ano, serão dois dias (20 e 21/07) com muitas bandas boas, tipo: DieMonsterDie; Vagora (TB includes); Darrow Chemical Company; Revisited (projeto da Kylie Discord, baixista do Vagora) e Nim Vind, citando só alguns no dia 20 e dia 21 teremos: The Cryptkeeper five; The order of the Fly; Goolsby e Bathory Boys. Fiquem ligados—
Também tivemos a micro-série Blitzkid Tv criada pelo pessoal da Horrorbusiness media (que também foi responsável pela gravação do DVD) onde, geralmente, Goolsby e TB comentavam algo sobre a carreira da banda, são oito episódios que você pode -conferir aqui- e tivemos (o assunto do texto, hã ?) o Split Personalities. É sobre o split que vamos falar.
 .A idéia da gravação do split entre as duas bandas foi um projeto que se amadureceu com o tempo, resultado da antiga amizade entre os membros da banda que teve inicio há um pouco mais de uma década, na terceira edição do Ghouls Night Out em 2002, num show que ainda é bem recordado pelas bandas por conta da briga do JV Bastard (em uma das suas passagens pelo Blitzkid) e Billy Bones (Ex-baterista do Blitzkid) com alguns caipiras (sic) que estavam avacalhando a apresentação do CK5.

Personalities: Dissecado



Necropsia: Conceptus

-Pensando a respeito do título do álbum e do design de sua capa, cheguei a idéia de que as bandas fizeram uma analogia ao conto The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (1886 - R.L. Stervenson) onde um médico se divide em duas personalidades diferentes-A idéia do título ganha força nas características do álbum: dois lados, um pra cada banda; em cada um de seus respectivos lados temos as bandas apresentando dois covers e duas inéditas.
-A idéia se completa ainda mais quando pensamos nas diferenças de sonoridade entre as bandas, cada uma com sua personalidade
Blitzkid e CK5 (logos misturados)
-Legal notar que com os covers, é como se as bandas assimilassem a personalidade uma da outra, se completando.
-Reforçada no conceito envolvido no taijitu de Yin-Yang que fala sobre a dualidade presente no universo, sobre duas forças opostas complementares que se encontram em todas as coisas. Em cada ser, objeto ou pensamento possui um complemento do qual depende sua existência
-Esse é uma, se não, a principal mensagem moral no conto de R.L Stevenson

Necropsia: Funebre Canticum




-The Devil's a Vampire: traça um paralelo entre o poder de sedução de um vampiro, com tudo o que ele pode oferecer pra conquistar sua vitima e a tentação da vitima em resistir a todo seu poder persuasivo. É uma canção forte, pulsante, viva, com um refrão marcante, que faz jus ao verso. A guitarra parece tomar vida e duelar com o som do contra-baixo e bateria, vencendo quando chega no solo, mostrando o porquê da canção ser poderosa. Sem contar o ótimo vocal do T.B que completa a personalidade da musica.

-The Lunacy of lonely Mr. Cadaver: Quando ambas as bandas divulgaram o set list do split, fiquei simplesmente estupefato com suas escolhas e fiquei ansioso por ouvir o Blitzkid (que considero ser uma banda muito competente na hora de fazer covers. Duvida? Saca esses então: #1 #2 #3) interpretando "The lunacy..." por ser uma canção ritmizada, dançante (e por que não alegre ?) que nos remete à áurea do CK5 e de sua proposta musical, os anos 50 com um toque de horror. Os vocais vibrantes e bem sincronizados (Algo que o T.B e o Goolsby aperfeiçoaram com o tempo de banda e que é uma das assinaturas da banda) contam a historia de alguém que se decepcionou por amor e perdeu a vontade de viver.

-Midnight on lovers lane: Entrando num profundo espírito cinquentista, em uma época que se renovava em esperança pelo fim da guerra, do espírito rebelde daquela juventude que queria aproveitar a vida. É sobre essa vontade que "Midnight on lovers lane" fala, sobre um lugar isolado que os jovens iam com seus carros ao som de algum grupo rock n' roll que os fizessem dançar ou pra tarde da noite ficarem a sós aproveitando um romance longe dos olhos dos pais. A sonoridade dessa musica é simplesmente anos 50, Baby, o que tem muito a ver com o que o Blitzkid propôs no ótimo five cellars below, foi talvez a melhor escolha entre os covers e o vocal do Goolsby está simplesmente sensacional, ouvir-lo nos deixa com vontade de pular e remexer os ossos

-Monocaine Blues: Amor é um sentimento complexo, que abrange mais do que a idéia clássica do amor romântico (Romeu e Julieta), amor transita entre adorar e odiar, amor não se discute porque cada um ama à sua maneira, assim, não podemos dizer que o autor de um crime passional não amava sua vitima. É isso que monocaine blues expõe, o lado subjetivo de um assassino, sua dor frente à fraqueza, sobre a incapacidade de lidar com um inimigo invencível, ser controlado por algo e se tornar um mero espectador de sua irracionalidade. Os vocais melancólicos do Goolsby com a levada instrumental ajudam bastante a passar o sofrimento. Algo interessante a se notar é que a canção foi inspirada no filme "O homem invisível" (1933) onde um cientista, Jack Griffin (Claude Rains), descobre numa substancia chamada Monocaína (Monocaine) (uma droga feita através de uma flor Indiana que pode tirar a cor de tudo que entra em contato, mas que quando ingerido por seres vivos causa insanidade como efeito colateral) o elemento chave para se tornar invisível.



-Starlite Decay: Essa, com certeza, outra canção que quando foi anunciada no então futuro set list, fiquei muito curioso e ansioso em poder ouvir-la. Por ser uma das canções que mais representou o avanço musical do Blitzkid, por ser uma das canções chave do Five Cellars Below, por ter um solo de sax de perder o fôlego e por ser pulsante são alguns dos motivos.
Uma canção que fala sobre o dia que um casal de cadáveres resolveram aproveitar uma noitada no Drive-in com certeza tem tudo a ver com o Cryptkeeper five, tanto pela abordagem  cinquentista quanto pelo Ceilidh madigan ser um ótimo saxofonista. Se você ainda não conferiu Starlite decay pelo CK5, corra e confira porque tem uma surpresa muito agradável no meio da musica, que não fora anunciado e que me fez pensar em como isso seria possível. Simplesmente fantástico.

-Deliverance: Primeira das duas inéditas apresentadas pelo CK5, é levada em tom de desabafo sob um fundo de raiva, simplesmente empolgante. Quando o poderoso vocal de Johnny começa a bradar que possui uma maquina suicida, você poderia muito bem pensar que se tratava de uma canção sobre carros, mas antes de você buscar tal confirmação, você se convence de que a melhor coisa do mundo socializado é não ter um relacionamento destrutivo!

-Where in the world is the zero: Yin-Yang, O bem e o mal, deus e o Diabo, gato e rato, Jekyll e Hyde, Blitzkid e CK5. O tema do Split é realmente os contrastes entre todas as coisas existentes, incluindo os sentimentos. Se na musica anterior o apelo era de desapego, raiva, libertação (deliverance), em where in the world is the zero, podemos constatar o contrario. Com uma musicalidade melancólica pregada por aquela mistura de guitarras e saxofone, trazendo um legitimo Blues de lamentações com a voz atordoada e questionadora de johnny sobre a ausência, por suposto, de sua amada, no melhor estilo with or with out you (U2).

-Love like blood: O segundo cover, para encerrar com chave de ouro o disco. Outra boa escolha, vocês sabem. Love like blood é a canção mais admirada de 9 entre cada 10 pessoas que não conhecem a fundo o trabalho do Blitzkid, foi por muito tempo a canção que encerrava os shows, foi por muito tempo a canção mais aguardada. De modo algum se trata de uma musica ruim, ao contrario, é uma das canções mais contextualizadas e que poderia transitar em gêneros diferentes ao horror punk por falar de amor fora do convencional com um fundo melancólico que traça todo o perfil da composição. Love like blood seria perfeitamente o mix do casal Romeu e Julieta de Shakespeare com O Corvo de Allan Poe.
 .O CK5 não fez muito pela musica, apenas tornou o instrumental mais melancólico (como se isso fosse algo fácil), deixando tudo mais tenso. Sem duvida, um ótimo cover.

Post-Scriptum

 .Personalities provavelmente será o ultimo material de estúdio do Blitzkid (a não ser que daqui há alguns anos aconteça um retorno) e é impossível não dizer, impossível não enxergar a qualidade e aperfeiçoamento que a banda chegou. Quatro musicas que talvez dissessem muito sobre um próximo álbum da banda. Não seria justo deixar de elogiar o trabalho do CK5 (preguiça de escrever), um trabalho maduro e criativo que, até onde consta, continuara a nos presentear por mais alguns anos.
 .Esse split merece ser tocado muitas e muitas vezes, sempre no volume máximo, não é sempre que duas bandas se juntam pra fazer um trabalho tão legal. Pensei em dizer que poderia ter vindo antes, mas foi lançado na hora certa!


01 - The Devil's a vampire
02 - The Lunacy of lonely Mr. Cadaver
03 - Midnight on lovers lane
04 - Monocaine blues
05 - Starlite decay
06 - Deliverance
07 - Where in the worls is the zero
08 - Love like blood



 .Vocês ainda estão aqui ? Vocês tiveram disposição ? Bem, dessa vez tentei inovar e fiz uma espécie de resenha sobre o álbum (o que já era uma idéia antiga, mas não me achava capaz de tal). Aos que leram, agradeço a atenção e espero que os tenha informado de algum modo e deixo pra vocês, leitores, uma surpresa aqui. Aproveitem!
 .Não foi fácil elaborar esse post pra vocês, então torno a pedir para os que leram e que gostaram que curta e/ou comentem a postagem e nos ajudem a saber o que os agradam. Curtam a pagina do hereaftersounds no facebook, se ainda não fizeram isso.
 .Se você, leitor atento, discordou de alguma opinião, encontrou algum erro, por favor comente e faça sua correção [todos os créditos serão devidamente atribuídos]

Fontes:
[1] [2] [3] [4] [5] [6]

sábado, 26 de janeiro de 2013

[Repostagem] The Order Of The Fly - An Exquisite State Of Decay 2001



01 - Burn the Witch
02 - Down
03 - I Do Not Fit
04 - Let Me Die
05 - Succubus
06 - Useless
07 - Chosen One
08 - Tear It Apart
09 - The Thing's I've Done
10 - Graverobbers From Outer Space

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Nim Vind



Filhos de um trompetista da orquestra sinfônica de Vancouver, Canadá, os irmãos Chris, Rob e Anthony Kirkham, influenciados pelo pai, desde muito cedo tiveram contato com a musica e seu aprendizado.
.Anos mais tarde, os irmãos juntaram seus conhecimentos e instrumentos para formarem uma banda que reunisse todos os seus gostos musicais. Reuniram a arte obscura da banda Bauhaus com o toque violento do The Misfits e a transgressão de David Bowie, assim então, começava a ter vida o Mr. Underhill.
.Com Chris nos vocais e na Guitarra, Rob no baixo e Anthony na bateria, a banda chamava muita atenção por onde passava, além do talento inegável, pelo visual (os caras mandavam muito bem) com longos cabelos negros, enormes casacos (negros, por favor), maquiagem borrada e muita atitude.
.De estréia os caras lançaram o EP “Vamp” que trazia uma enorme influencia no tom mórbido do Bauhaus,
Rob, Chris e Anthony Kirkham
suficiente pra chamar a atenção dos chegados no estilo e encorajar a banda a lançar um segundo EP, desta vez voltado à rebeldia Transgressora de Bowie e violenta do The Misfits, o intitulado “Phantasm Drive-in” que conquistou ainda mais admiradores, trazendo à banda boa notoriedade.
.Depois de dois EPs bem recebidos e aceitos, a banda anuncia a compilação de um álbum a ser lançado, entretanto, frustrando alguns fãs, a banda anuncia o cancelamento do álbum e o término da banda, deixando muitos sem entenderem o porquê do termino de uma banda tão promissora.

.(O termino da banda foi apenas o abrir de portas para um novo caminho. Foi o primeiro contato dos irmão com o talento, criatividade e publico. Foi a melhor experiência que um artista iniciante pode ter, que os fizeram enxergar um horizonte de possibilidades a ser desbravado, laçando o publico em encanto deixando-os com gostinho de quero mais.)
 
Chris Kirkham (Nim Vind)
.Pessoas têm diferentes idéias de vida e às vezes se opõem, razão pela qual amizades, relacionamentos, namoros, negócios, casamentos, famílias, bandas e inúmeras outras coisas chegam ao fim, mas essa com certeza não foi a causa obituária de Mr. Underhill. O fim da banda decorreu da união dos irmãos Kirkham, de sua vontade de explorarem o potencial que guardavam, da vontade de explorar novos meios. .Chris Kirkham, foi o primeiro dos irmãos a desejar se aventurar por novos caminhos. Antes do termino de Mr. Underhill, Chris arquiteta uma nova banda para aplicar sua capacidade, suas idéias e seus valores. Algo poderoso, que precisaria de pessoas fortes para ajudar-lo a guiar, membros valorosos e de confiança. Procurar por membros assim levaria anos e talvez, ainda assim, não seria possível, mas por que procurar se a resposta está no quarto ao lado ? .Convencendo seus irmãos, Chris (que passaria a ser mais conhecido como Nim Vind) enterra Mr. Underhill e traz à vida a banda que levaria seu nome, sua personalidade. Nasce: Nim Vind. .No ano de estréia, a banda lança o álbum “The Fashion Of Fear”, um grande material de estréia ─ um convite para novos fãs, um alento para velhos fãs ─ mas principalmente, um baita cartão de visita pra mostrar todo o potencial da banda e o porquê de sua chegada. Não obstante, o primogênito álbum foi o carimbo no passaporte dos http://pub.tunecore.com/artwork/medium/49/00/7/49007.jpg?1345131358irmãos Kirkham para conquistarem o publico Europeu. Com grande aceitação do álbum, a gravadora Fiend Force Records torna possível o objetivo dos irmãos de levar sua mensagem ao velho continente e tocar em festivais ao lado de ídolos como: Tiger Army, Balzac, The Misfits, Filter, Peter Murphy, Michale Graves, Demented Are Go, New Model Army, Todd Kerns do Slash e outros. .Entre o meio e o fim da tour de divulgação de “The Fashion Of Fear”, Rob Anuncia seus planos de também formar uma banda. .A idéia de Rob foi amadurecida com o tempo. Alguns anos antes, Rob conheceu Cassandra Ford, uma promissora cantora e tornaram-se parceiros musicais com colaborações em diversos trabalhos. Devido ao bom relacionamento e aos bons resultados da parceria, os dois enxergam a oportunidade de trabalharem juntos em definitivo, Rob e Cassandra decidem formar uma banda. .Entre irmãos é muito comum haver uma admiração dos mais novos para com os mais velhos, fazendo-os seguir os passos dos mais velhos em decisões e gostos. Com os irmãos Kirkham não foi diferente e (assim como Chris) Rob agrega seus irmãos a sua futura banda. .Cassandra Ford e os irmãos Kirkham moldaram uma banda pra ser aceita no meio alternativo, com nome inspirado pela motocicleta de mesmo nome, fundaram o The Vincent Black Shadow.
http://www.marsbands.com/wp-content/uploads/2011/08/VINCENTBLACKSHADOW1.jpg
Cassandra Ford e os Irmãos Kirkham
.Como é comum às bandas dos irmãos Kirkham, Fears in the Water, primeiro álbum de The Vincent Black Shadow, veio com uma sonoridade forte (e um ótimo vocal feminino. Ponto pra Rob!) e não demorou pra se destacar entre os lançamentos e fazer sucesso. Por algum tempo, foi figurinha carimbada nas estações de rádio Americanas com o single “Metro” (confira o clipe de "Metro"), ganhando ainda mais notoriedade. .Com a ótima repercussão do álbum de estréia, a banda foi convidada para o "The Vans Warped Tour" (vincent black shadow @ the vans warped tour) do ano seguinte, onde tocaram com Joan Jett e Wednesday 13, só pra citar alguns! .Depois de um ótimo álbum de estréia e uma Tour com grandes bandas, o que mais poderiam querer, se não, mais? E dessa euforia, lançaram o segundo álbum, “El Monstruo” e a criatividade era tanta que, em seguida, lançaram um EP com B-sides (sobras) de “El Monstruo”, intitulado de "Head In a Box" (este lançado somente em versão digital). Outro grande disco, seguindo os passos de “Fears in the Water”. .Após a promo tour do segundo álbum, Cassandra Ford tira um tempo pra estudos e projetos pessoais, mas no fim desse prazo se decide por não seguir com a banda e inicia carreira como artista plástica. Sendo substituída por Nikki Hurst, tecladista de apoio da banda. http://www.punx.nl/images/cds/4481.jpg.Após uma temporada com o The Vincent Black Shadow, Nim Vind volta aos estúdios para gravar seu próximo álbum. Intitulado de “The Stillness Illness”, o segundo álbum traz um Nim Vind mais conceitual, mais aprimorado, com maior coerência ao seu publico. Com uma ótima musicalidade, mostrando a força da banda e dos irmãos Kirkham.
 

  .Após apreciar o trabalho de Nim Vind, muitas coisas se tornam evidentes, como a qualidade, potencial, influencias, mas principalmente sua autenticidade e, talvez, seja isso que torna Nim Vind um artista tão notório e completo.  

Origens e Influências.

O trabalho de Nim Vind se origina nos aprendizados em que teve com o pai e nas bandas em que se identificava e hoje se inspira, porque tão importante quanto qualquer conhecimento, influências nos ajudam a melhor julgar os caminhos a seguir. E as influencias dos Kirkham Bros. Ajudam-nos a entender melhor a sua musica e sua identidade. Do Punk a Música Clássica, Nim Vind é influenciado por:  .The Misfits; Bauhaus; David Bowie; The Doors; Bruce Springsteen; Deadmau5; Elvis Presley; The Beach Boys; Nirvana; Megadeth; Metallica; Ennio Morricone, entre outras.  .Além de suas influencias musicais que ajudam a compor seu trabalho, Nim Vind, assim como qualquer outro musico, tem suas filosofias e jeitos de compor seu trabalho. A filosofia de Nim Vind se resume ao “do it yourself”.     
Nim Vind: Do it yourself .

Em entrevistas, Chris se mostra contra o poder do sistema e a força do dinheiro por acreditar serem essas as maiores causas de opressão que coisifica as pessoas transformando-as em marionetes consumistas, sem sentimentos e pensamentos. .Lutando contra a tendência mercantilista, Nim Vind criou seu próprio selo musical, o NV Music, onde ele grava suas canções e prepara os discos, do ajustar das mesas de som à embalagem final, vendendo-os a preços justos que cubram apenas o gasto de material, com total promoção e suporte por parte do publicoque o acompanha. .A fim de libertar as pessoas da opressão, Nim Vind acredita que a libertação pode acontecer através da arte, que desde o inicio aproxima o homem do mundo e por isso é contra à arte comercial com apelo lucrativo que suprime e manipula a mensagem a ser passada. No trabalho de Nim Vind não é difícil encontrar criticas às mazelas de nossa sociedade e apelo à autonomia individual. .Chris também é oposto às tendências sociais que ajudam a nos oprimir e nos subtrair a grupos, indiferente a tudo que somos. Nim Vind é simplesmente um artista alheio às tendências, mercantilismo, modas e opressão; um forasteiro num faroeste de robôs, ou como ele mesmo denomina, um Outsider [em livre tradução: excluído].

 Nim Vind e os Outsiders

.”Music for Outsiders (Musicas para excluídos)” é o termo como Nim Vind define sua obra e o publico que o segue. Segundo ele, o conceito “Music For Outsiders” se explica na idéia de Outsiders serem pessoas, que devido sua compreensão, buscam uma saída à estagnação social causadas pela opressão, modismo, coisificação das pessoas e seus sentimentos, fluxo monetário e manipulação através da arte por ser considerada a maneira do homem se encontrar consigo mesmo e passar a existir. Arte longe de fins lucrativos às grandes corporações (musicais, literárias, cinematográficas), longe de modas e tendências, cultural, distante da popular e manipulada. Excluindo-se de um mundo que não existe e entrando num mundo racional. .Outsiders são cidadãos conscientes de seus papeis na sociedade buscando, cada vez mais um afastamento das convenções sociais, são ativistas em prol do coletivo e da autonomia individual. Sem meias palavras, todos nós que cultuamos Nim Vind e artistas com mesma filosofia, somos Outsiders.  
(Nim Vind é um artista completo: talentoso, empreendedor, visionário e íntegro, qualidades que estão em falta em muitas pessoas. Temos a sorte de poder apreciar seu trabalho e enxergarmos o mundo por sua visão. Sei que há muitos outros artistas assim, principalmente nas cenas undergrounds espalhadas pelo mundo, são nesses caras que encontramos autenticidade, a confiança de que ainda há artistas de verdade e de que o dinheiro não compra tudo.)

[1] Após o fim de Mr. Underhill, Nim Vind lançou o álbum “The Fashion of Fear”, que ganhou por parte dos fãs de Mr. Underhill o boato de que Chris não tinha lançado o álbum por Mr. Underhill para lançar, então, por sua nova banda. O boato ganhou tanta força que Chris divulgou uma nota desmentindo a historia. [2] Rob Kirkham é um colaborador de Chris em Nim Vind, auxiliando em arranjos, gravações, composições, se apresentando com a banda apenas quando um musico adicional se faz necessário (baixista em estúdio). Em apresentações ao vivo, o musico Howie Wowi é o dono do contrabaixo.
[3] Após a Saída de Cassie Ford, com Nikki Hurst nos vocais, The Vincent Black Shadow lançou apenas o EP “The Finest Crime” em versão digital. Há expectativas de um novo trabalho.
[4] Dos irmãos Kirkham, apenas Rob continua em The Vincent Black shadow
[5] Nim Vind está prometendo um novo álbum para 2013 (com um teaser no youtube) vale à pena aguardar

[1] [2] [3] [4] [5] 



Pra você que acompanhou o texto e se informou e pra você que abusou da barra de rolagem, o melhor momento do post: O Download. A discografia completa do Nim Vind até aqui.

[2005] The Fashion of Fear

http://pub.tunecore.com/artwork/medium/49/00/7/49007.jpg?1345131358 

01 - The Fashion of fear 
02 - Saturday Night Creepers 
03 - Killer creature double feature 
04 - Outsiders 
05 - Blue movies
06 - In the Night 
07 - The Midnight Croon 
08 - Like a guilloteen 
09 - Into the sphere we go
10 - The bitter end 
11 - Astronomicon 
12 - Interviews with the icon

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[2009] The Stillness Illness

http://www.punx.nl/images/cds/4481.jpg 

01  - Killing Saturday Night
02 - Character Assasination
03 - Hadron Collider
04 - 21st Century Teenage
05 - Jackknife
06 - Suicide Pact
07 - The Radioactive Man
08 - Revenge
09 - Blood clots...Rise of the police state
10 - The Clawed Bat
11 - Shango Nitra
12 - The message
13 - The Small Blue (European Bonus Track)

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[2010] The Astronomicon EP


01 - Astronomicon

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 [2011] The Reeling Surreal EP


01 - The Reeling Surreal

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